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domingo, 11 de março de 2007
quinta-feira, 8 de março de 2007
Mulheres comandam 20% das empresas no Brasil
O balanço da Catho, que se baseia numa pesquisa realizada a 95.103 empresas brasileiras e 333.986 executivos, indica que essa percentagem tem subido nos últimos anos.
No período decorrido entre 2000 e 2001, por exemplo, a percentagem de empresas que tinham mulheres no comando era de apenas 13,88%.
O mesmo estudo demonstra que, no caso de empresas com mais de 1.500 funcionários, a percentagem de mulheres na Presidência ou em cargo equivalente é de 11,06%. Já em empresas pequenas, com menos de 50 funcionários, essa proporção cresce para 25,12%.
A Mulher nas Vendas

Quem é capaz de gerir mais coisas simultâneamente?
Quem foca mais atenção na sua aparência pessoal?
Quem tem o hábito de se dedicar mais aos detalhes?
Quem tem mais facilidade em fazer novos contactos e rapidamente construir relacionamentos?
Quem faz mais perguntas durante uma conversa?
Quem tem uma enorme capacidade de escutar?
Quem está mais interessado em desenvolver competências de comunicação?
Quem tem uma grande tendência para se envolver?
Quem normalmente mais facilita e encoraja a harmonia e o acordo?
Quem tem uma intuição desenvolvida e apurada?
Quem é melhor a manter contactos com outras pessoas?
Fonte: Selling is a Woman's Game:15 Powerful Reasons Why Women Can Outsell Men, Nicki Joy & Susan Kane-Benson
O Talento Feminino
“On average, women and men possess a number of different innate skills. And current trends suggest that many sectors of the twenty-first-century economic community are going to need the natural talents of women.”
Fonte: Helen Fisher, The First Sex: The Natural Talents of Women and How They Are Changing the World
Women’s Strengths Match New Economy Imperatives
Link [rather than rank] workers;
favor interactive-collaborative leadership style [empowerment beats top-down decision making];
sustain fruitful collaborations;
comfortable with sharing information;
see redistribution of power as victory, not surrender;
favor multi-dimensional feedback;
value technical & interpersonal skills, individual & group contributions equally;
readily accept ambiguity;
honor intuition as well as pure “rationality”;
inherently flexible;
appreciate cultural diversity.
Fonte: Judy B. Rosener, America’s Competitive Secret
favor interactive-collaborative leadership style [empowerment beats top-down decision making];
sustain fruitful collaborations;
comfortable with sharing information;
see redistribution of power as victory, not surrender;
favor multi-dimensional feedback;
value technical & interpersonal skills, individual & group contributions equally;
readily accept ambiguity;
honor intuition as well as pure “rationality”;
inherently flexible;
appreciate cultural diversity.
Fonte: Judy B. Rosener, America’s Competitive Secret
Para Reflectir no Dia Internacional da Mulher
"Forget China, India and the Internet: Economic Growth Is Driven by Women."
in Headline, Economist, April 15, 2006, Leader, page 14
in Headline, Economist, April 15, 2006, Leader, page 14
Canais:
Citações,
Liderança,
Marketing Internacional,
Mulher,
Sociedade
quarta-feira, 7 de março de 2007
Dia Internacional da Mulher
Amanhã, dia 8 de março, comemora-se o Dia Internacional da Mulher.
Esta data está ligada a uma proposta feita em 1910, pela líder comunista alemã Clara Zetkin, durante o II Congresso Internacional de Mulheres Socialistas para lembrar operárias que morreram durante um incêndio numa fábrica em Nova York, em 1857. No entanto, nem todos concordam com esta versão.
Segundo a socióloga Eva Alterman Blay, coordenadora do Núcleo de Estudos da Mulher e Relações de Gênero (Nemge) e professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), o acidente de 1857 não aconteceu. Pelo menos não na data em que é lembrado.
De acordo com Eva Blay o incêndio ao qual está relacionado o Dia Internacional da Mulher foi o que aconteceu no dia 25 de março de 1911, nos EUA, na Triangle Shirtwaist Company, uma fábrica têxtil que ocupava o oitavo, nono e décimo andar de um prédio e onde trabalhavam 600 operários, a maioria jovens mulheres imigrantes judias e italianas com idade entre 13 e 23 anos.
Parte dos trabalhadores conseguiu chegar as escadas, descendo até à rua ou subiu para o telhado. O fogo e o fumo aumentaram e muitos trabalhadores desesperados saltaram das janelas. Na tragédia morreram 146 pessoas, entre elas 125 mulheres.
Posteriormente, no local do incêndio foi construída uma parte da Universidade de Nova York onde consta uma placa em homenagem às vítimas do incêndio. Devido à tragédia ocorrida, foram criados novos conceitos de responsabilidade social e legislação do trabalho, o que veio melhorar substancialmente as condições de trabalho.
Para Eva Blay, é provável que a morte das trabalhadoras da Triangle faça agora parte do imaginário colectivo relativo à comemoração do Dia Internacional da Mulher. No entanto, o processo para instituir uma data comemorativa já vinha sendo estudada pelas socialistas americanas e européias há algum tempo e acabou sendo confirmada com a proposta de Clara Zetkin em 1910.
A data passou a ser comemorada com mais intensidade nos anos 60 com o fortalecimento do movimento feminista, quando passaram a ser discutidos abertamente os problemas da sexualidade, da liberdade, do casamento e dos jovens. Na realidade não se sabe com rigor por que foi escolhido o dia 8 de Março. A consagração do direito de manifestação pública veio com apoio internacional, em 1975, quando a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu oficialmente a data como o Dia Internacional da Mulher.
Fonte: USP - Espaço Aberto - Arquivos
http://www.usp.br/espacoaberto/arquivo/2001/espaco06mar/editorias
Esta data está ligada a uma proposta feita em 1910, pela líder comunista alemã Clara Zetkin, durante o II Congresso Internacional de Mulheres Socialistas para lembrar operárias que morreram durante um incêndio numa fábrica em Nova York, em 1857. No entanto, nem todos concordam com esta versão.
Segundo a socióloga Eva Alterman Blay, coordenadora do Núcleo de Estudos da Mulher e Relações de Gênero (Nemge) e professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), o acidente de 1857 não aconteceu. Pelo menos não na data em que é lembrado.
De acordo com Eva Blay o incêndio ao qual está relacionado o Dia Internacional da Mulher foi o que aconteceu no dia 25 de março de 1911, nos EUA, na Triangle Shirtwaist Company, uma fábrica têxtil que ocupava o oitavo, nono e décimo andar de um prédio e onde trabalhavam 600 operários, a maioria jovens mulheres imigrantes judias e italianas com idade entre 13 e 23 anos.
Parte dos trabalhadores conseguiu chegar as escadas, descendo até à rua ou subiu para o telhado. O fogo e o fumo aumentaram e muitos trabalhadores desesperados saltaram das janelas. Na tragédia morreram 146 pessoas, entre elas 125 mulheres.
Posteriormente, no local do incêndio foi construída uma parte da Universidade de Nova York onde consta uma placa em homenagem às vítimas do incêndio. Devido à tragédia ocorrida, foram criados novos conceitos de responsabilidade social e legislação do trabalho, o que veio melhorar substancialmente as condições de trabalho.
Para Eva Blay, é provável que a morte das trabalhadoras da Triangle faça agora parte do imaginário colectivo relativo à comemoração do Dia Internacional da Mulher. No entanto, o processo para instituir uma data comemorativa já vinha sendo estudada pelas socialistas americanas e européias há algum tempo e acabou sendo confirmada com a proposta de Clara Zetkin em 1910.
A data passou a ser comemorada com mais intensidade nos anos 60 com o fortalecimento do movimento feminista, quando passaram a ser discutidos abertamente os problemas da sexualidade, da liberdade, do casamento e dos jovens. Na realidade não se sabe com rigor por que foi escolhido o dia 8 de Março. A consagração do direito de manifestação pública veio com apoio internacional, em 1975, quando a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu oficialmente a data como o Dia Internacional da Mulher.
Fonte: USP - Espaço Aberto - Arquivos
http://www.usp.br/espacoaberto/arquivo/2001/espaco06mar/editorias
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