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sábado, 31 de janeiro de 2009
Apresentações de Sucesso em 10 Passos
Depois de muita experiência não resisti: Siga os 10 passos para uma apresentação eficaz.
1. DESENVOLVA UM PLANO PARA A SUA APRESENTAÇÃO!
Parece obvio mas é frequentemente ignorado e é a principal razão de insucesso de muitas apresentações.
2.MEMORIZE TANTO QUANTO PUDER ACERCA DO CONTEÚDO DA SUA APRESENTAÇÃO MAS NÃO CONFIE EXCLUSIVAMENTE NA SUA MEMÓRIA.
Prepare alguns slides, notas ou outras ajudas mnemonicas.
3.COMECE POR CONHECER A SUA AUDIÊNCIA E AS SUAS REAIS EXPECTATIVAS.
Se não conhece o público como pode saber que estratégias e técnicas usar?
4.COMUNIQUE LOGO AO INICIO A SUA AGENDA E OBJECTIVOS.
Isto irá ajudar a audiência a acompanhar e a participar.
5.MANTENHA CONTACTO VISUAL COM A SUA AUDIÊNCIA DURANTE A APRESENTAÇÃO.
Não exagere na consulta das suas notas ou dos slides no ecran.
6.PREPARE UMA FOLHA COM O SUMÁRIO E OS TÓPICOS A COBRIR PELA SUA APRESENTAÇÃO.
Faça um pequeno folheto quye seja atractivo visualmente.
7.TORNE A SUA APRESENTAÇÃO INTERACTIVA, MOTIVE A PARTICIPAÇÃO DA AUDIÊNCIA.
Coloque perguntas abertas, lance trabalhos de grupo, inquéritos...
8.USE MAS NÃO ABUSE DO HUMOR.
Usar algumas pidadas no momento certo ajuda a cativar a atenção da audiência e a criar um clima mais leve. Mas não se esqueça, as piadas devem ser de acordo com o tipo de audiência e ... cuidado com a linguagem.
9.RESERVE ALGUM TEMPO PARA RELAXAR E RESPIRAR ANTES DE COMEÇAR. CONCENTRE-SE!
Durma bem na noite anterior, se possivel visite o local antes da apresentação e seja positivo acerca do seu trabalho
11.DIVIRTA-SE ENQUANTO APRESENTA...
sábado, 7 de abril de 2007
terça-feira, 13 de março de 2007
Faça Amigos e Aumente as Vendas
Em muitos dos cursos e congressos acerca de técnicas de negociação e vendas temos vindo a ouvir, habitualmente, realçar a importância em colocar perguntas e em ouvir cuidadosamente o seu cliente.
No entanto, este importante ensinamento está hoje obsoleto e desvirtuado por ser muitas vezes transmitido como uma ferramenta de manipulação do cliente, que visa conseguir obter respostas, informação e descobrir as vulnerabilidades do cliente que possam ser exploradas para o fecho da venda.
O leitor concordará comigo se eu afirmar que a imagem da profissão de vendedor sofreu um desgaste e passou por um processo de deterioração ao longo do tempo. O vendedor de antigamente era quem detinha a informação do produto. Quando abordava o seu potencial cliente, este pouco ou nada sabia. Esta desigualdade de forças acabou por levar a que muitos vendedores pressionados pela ambição pessoal e pela necessidade de obter vendas usassem a sua força para conquistar a venda, fosse a que preço fosse. Daí surgiram expressões muito conhecidas como a do “vendedor da banha da cobra” que bem traduzem a situação.
Posteriormente, perante um mercado avisado da ameaça que o vendedor poderia representar, este evoluiu para a figura do vendedor consultivo. Inclusive, houve uma tendência para disfarçar a verdadeira intenção do profissional de vendas através de títulos sonantes no cartão de visita como consultor comercial, consultor de soluções, gestor de clientes, entre muitas outros. O processo de vendas passou a ser consultivo, ou seja, o vendedor precisava aconselhar o cliente sobre qual o melhor produto ou solução para o seu caso. Para isso, desenvolveram-se técnicas para a obtenção de informação que possibilitassem ao vendedor fazer uma apresentação convincente que inevitavelmente conduzissem o cliente à compra. Naturalmente que se manteve a desigualdade que continuou a ser utilizada muitas vezes de forma pouco ética por muitos vendedores.
Hoje, na sociedade do conhecimento, o cliente é bem informado, conhece as suas necessidades e tem facilidade em obter informação detalhada sobre diferentes soluções e produtos que possam preencher as suas expectativas. Facilmente pode aceder a relatórios independentes, case studies, demonstrações virtuais e muito mais. O processo de negociação, na realidade, começa muito antes do vendedor intervir ou ter percepção disso.
Por outro lado, o cliente de hoje já conhece as manipuladoras técnicas de vendas utilizadas ao longo de anos e está atento e defensivo quando é abordado pelo vendedor. O profissional de vendas bem sucedido sabe que para conquistar o cliente, precisa de conquistar a sua confiança, precisa de estabelecer empatia e um relacionamento genuíno e duradouro.
Nos meus cursos de técnicas de negociação e vendas costumo realçar os seguintes aspectos como fundamentais para a criação de empatia e de um interesse genuíno pelo cliente:
- Seja simpático, atento, interessado e sorria francamente;
- Demonstre um real e genuíno interesse pelo seu cliente, seus problemas e expectativas;
- Nunca se esqueça que o nome de uma pessoa é para ela o mais importante e agradável som em qualquer língua;
- Encoraje os outros a falar sobre eles próprios e os seus desafios. Seja um ouvinte interessado;
- Fale em termos que vão de encontro aos interesses da outra pessoa;
- Com toda a sinceridade, coloque o seu cliente no centro. Ele e os seus desejos e dificuldades são a coisa mais importante para si. Faça-o sentir isso.
Repare que coloco a ênfase na sinceridade e nas acções e interesses genuínos. Você não pode estar focado no seu desejo de obter resultados. Tem que desenvolver uma consciência orientada para o cliente.
Milhões de vendedores fracassam hoje, sentem-se frustrados e mal remunerados. E isto é assim, porque as tradicionais técnicas de vendas que estão a utilizar – e que ainda são ensinadas por este mundo fora – já não resultam. Eles estão permanentemente pressionados pelos objectivos de vendas, pelo emprego precário que depende a cada momento dos resultados, pelas suas próprias ambições pessoais, pela competição entre concorrentes… e entre colegas. Em meio a tanta pressão não se concentram no mais importante: no cliente, como pessoa.
Os grandes vendedores que conheço são pessoas amigáveis, que espalham energia, optimistas, genuinamente interessados em estabelecer novos relacionamentos e alimentar a sua rede de amigos e clientes. Eles conseguem fazer com que o cliente se sinta bem quando está a conversar com eles. Eles realmente se interessam pelo cliente.
E eles não estão a fingir!
Mostrar um interesse genuíno pelos outros não só os faz sentirem-se melhor, mas também faz bem a si próprio.
Em vez de tentar convencer os outros do seu ponto de vista todo o tempo, passe a olhar para tudo como se você fosse a outra pessoa, do ponto de vista dela.
Comece a praticar já hoje. Estude, frequente cursos que lhe transmitam esta abordagem e principalmente... ponha em prática. Verá os resultados surgirem gradualmente. Caso contrário, contacte-me e apresente-me o seu caso.
domingo, 11 de março de 2007
Como Descobrir Se É Um Workaholic?
Como Saber Se Você É Um Workaholic?
- Sinto mais entusiasmo com o trabalho do que com a família ou qualquer outra coisa?
- Há alturas que consigo comandar o meu trabalho e outras que não?
- Levo trabalho comigo para a cama? Aos fins de semana? Nas férias?
- O trabalho é a minha actividade preferida e da qual mais gosto de falar?
- Trabalho mais de 40 horas por semana?
- Tendo a transformar os meus hobbies em actividades lucrativas?
- Assumo a total responsabilidade pelos resultados do meu esforço no trabalho?
- A família e amigos já desistiram de esperar por mim. Chego sempre atrasado.
- Assumo tarefas extra porque sei que se não for assim ninguém as executará?
- Subestimo o tempo necessário para executar um projecto e depois trabalho intensivamente para o poder completar?
- Aceito com normalidade trabalhar longas horas seguidas se acreditar que gosto do que estou a fazer?
- Torno-me impaciente com as pessoas que têm outras prioridades para além do trabalho?
- Tenho receio que se não trabalhar arduamente perderei o emprego ou serei um fracasso?
- O futuro é uma preocupação constante para mim quando as coisas estão a ir bem?
- Faço tudo energicamente e em ritmo de competição, mesmo divertir-me?
- Fico irritado se alguém me pede para interromper o trabalho, para fazer outra coisa?
- As minhas longas horas de trabalho incomodam a família ou outros relacionamentos?
- Penso no trabalho enquanto conduzo, adormeço ou mesmo enquanto os outros conversam comigo?
- Trabalho ou leio durante as refeições?
- Acredito que mais dinheiro irá resolver os meus problemas na vida?
Se você respondeu "SIM" a 3 ou mais questões você poderá ser um workaholic.
Relaxe! Você não está sozinho.
fonte Workaholics AnónimosWorkaholics Anonymous Literature About Recovery or W.A. Home Page
quinta-feira, 8 de março de 2007
A Mulher nas Vendas

Quem é capaz de gerir mais coisas simultâneamente?
Quem foca mais atenção na sua aparência pessoal?
Quem tem o hábito de se dedicar mais aos detalhes?
Quem tem mais facilidade em fazer novos contactos e rapidamente construir relacionamentos?
Quem faz mais perguntas durante uma conversa?
Quem tem uma enorme capacidade de escutar?
Quem está mais interessado em desenvolver competências de comunicação?
Quem tem uma grande tendência para se envolver?
Quem normalmente mais facilita e encoraja a harmonia e o acordo?
Quem tem uma intuição desenvolvida e apurada?
Quem é melhor a manter contactos com outras pessoas?
Fonte: Selling is a Woman's Game:15 Powerful Reasons Why Women Can Outsell Men, Nicki Joy & Susan Kane-Benson
O Talento Feminino
terça-feira, 6 de março de 2007
Objectivos da Equipa
- Discuta o desempenho e objectivos da organização nas reuniões regulares do pessoal;
- Desafie os colaboradores a identificarem formas que possam ajudar a atingir os objectivos organizacionais;
- Estabeleça objectivos de equipa que suportem os organizacionais;
- Sincronize os objectivos de cada colaborador aos da sua equipa e por sua vez aos da organização.
domingo, 4 de fevereiro de 2007
Pilotos e Gestores São Profissionais de Risco
Esta manhã enquanto tomava o meu café, assisti a um documentário que abordava a vida profissional dos pilotos americanos dos F-bordo dos porta-aviões que ocupam posições estratégicas no oceano Pacífico.
Estes profissionais têm um rendimento de 40.000 USD/ ano. Com as competências adquiridas este rendimento é muito inferior ao que poderiam facilmente obter na vida profissional civil.
No entanto, movidos pelo espírito de missão, de aventura, de permanente desafio optam por investir a sua vida numa carreira perigosa, declinando qualquer uma das muitas ofertas milionárias que já lhe foram feitas por empresas que lhe garantiriam uma vida mais confortável, estável e segura.
De referir, que na sua profissão estes pilotos não têm margem para uma segunda tentativa. Em muitos aspectos das suas acções, têm que ser bem sucedidos à primeira tentativa e o erro paga-se com a vida. Imaginam o que é aterrar um F-18 num espaço exíguo em cima de um porta-aviões em movimento, à noite? Sim a tecnologia ajuda, mas o risco é sempre elevado. Segundo o depoimento de alguns destes pilotos, apesar de toda a formação rigorosa, testes constantes e grande experiência, o procedimento de aterragem causa-lhes sempre desconforto e níveis de stress superiores a uma situação de combate. Têm à sua responsabilidade um equipamento de dezenas de milhões de dólares e a vida de várias pessoas, incluindo a sua.
Foi interessante confirmar, e fazer o paralelismo daquela realidade para com a vida do gestor comercial moderno ou do vendedor na economia competitiva do século XXI.
Estes pilotos são sujeitos a uma avaliação rigorosa, sistemática e científica para que ao menor sinal de qualquer debilidade ou ponto fraco, os profissionais que o apoiam possam intervir corrigindo a fraqueza e potenciando as forças. A formação é contínua e garante uma constante actualização de conhecimentos.
- Programas de motivação e combate ao stress
Apesar de integrarem uma equipa profissional excelente, que de forma minuciosa e atenta a todos os detalhes apoia o piloto para o sucesso da sua missão, estes profissionais vivem situações de elevado nível de stress e ansiedade, e o seu corpo e mente é diariamente sujeito a grande pressão e violência. Para evitar qualquer problema que possa prejudicar a sua performance e por em risco a sua vida e a missão, são desenvolvidos programas de motivação e resistência ao stress.
- Programas de liderança e trabalho em equipa
Para manter e potenciar o espírito de equipa e desenvolver uma grande capacidade de liderança, estes pilotos são integrados em programas de formação e desenvolvimento com os melhores profissionais no tema.
- Competências multi-disciplinares
O conhecimento e competências destes profissionais são abrangentes de forma a garantir um perfil polivalente e flexível com uma elevada capacidade de reacção e comando em stress e situações de crise.
- Excelência em estratégia e táctica
Uma das competências valorizada nestes profissionais é a sua excelência em estratégia e planeamento de acções e tácticas mas também, e principalmente, a sua capacidade de executar implacavelmente o plano determinado superiormente.
- Vistoriam o equipamento apesar da confiança
Os equipamentos F-18 pilotados por estes profissionais foram concebidos e construídos pelos melhores engenheiros do mundo com recurso à mais avançada tecnologia disponível. Foram alvo de aturados testes e ensaios antes de entrarem em acção. Quando já em operação, são objecto de rigorosa manutenção diária para que não falhe o mais pequeno detalhe.
Apesar disso, nenhum piloto sobe para o seu aparelho antes de fazer uma verificação pessoal exaustiva dos principais componentes do equipamento e verificar os relatórios técnicos para avaliar os trabalhos executados.
domingo, 28 de janeiro de 2007
Citação da Semana 4
Séneca
Advogado e Filósofo
Roma, 4AC -65 DC
domingo, 14 de janeiro de 2007
Citação da Semana 2
e não será necessário
castigar os Homens.
Pitágoras
filósofo Grego
580 AC - 500 AC
domingo, 7 de janeiro de 2007
Citação da Semana 1
que nós não ousamos,
mas é porque não ousamos
que elas são difíceis.
Séneca
Advogado e Filósofo
Roma, 4AC -65 DC

