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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

ICT Leaders Summit 2010 - Luanda



Excelente evento que ocorreu entre 13 e 14 de Outubro passado, com o alto patrocínio da OMNIdata, da ACCENTURE e do MTTI, entre outros. Excelente agenda, oradores muito qualificados e esclarecidos e uma audiência composta pelos grandes dirigentes que neste país influenciam o rumo das TIC.

Eu tive a oportunidade de fazer uma apresentação das competências da OMNIdata e ainda tocar no tema da Virtualização e Consolidação de Datacenter. O Cloud Computing e os novos desafios que se avizinham e que a Cisco aborda de forma muito séria através da aliança VmWare, CISCO e EMC2.

quinta-feira, 19 de abril de 2007

Peregrino na Vida

O Caminho permanece e renova-se... as experiências, aprendizado e bençãos sucedem-se!... Mais uma etapa se inicia!...

domingo, 8 de abril de 2007

segunda-feira, 2 de abril de 2007

Imagens de Angola

Angola, entrada nas obras da Companhia Ferroviária

Lisboa Ganha Qualidade de Vida

Lisboa subiu 6 lugares no ranking global de qualidade de vida nas cidades, ocupando agora a 47ª posição segundo a Mercer Human Resource Consulting.

Segundo o estudo anual "2007 Worldwide Quality of Living Survey", da Mercer Human Resource Consulting, divulgado hoje, Lisboa foi uma das cidades que registou mais melhorias em termos de qualidade de vida.

A capital portuguesa ultrapassou ci
dades como Nova Iorque, Milão e Seattle, passando da 53ª posição, em 2006, para a 47ª, este ano. Em termos de pontuação, Lisboa também registou uma subida significativa de 98,9 pontos, em 2006, para 100,1 em 2007.

A l
iderança deste ranking das cidades com melhor qualidade de vida é mantida por Zurique (Suíça), com uma avaliação de 108,2 pontos.

Falando português as cidades br
asileiras mencionadas no estudo registaram classificações modestas, com Brasília na 104ª posição (78,8), São Paulo na 114ª posição (74,6), seguida do Rio de Janeiro (74,5). Maputo e Luanda ficaram-se pelo 187º e 196º lugar, respectivamente.

Este estudo contou com uma amostra de 215 cidades e tem como objectivo ajudar os governos e as empresas multinacionais nos processos de transferência de empregados para projectos internacionais.

Paulo Machado, da Mercer HR Consulting, especialista em consultoria de recursos humanos, refere que as empresas, quando têm de gerir forças de trabalho globais, devem ter em conta um conjunto de factores para estruturarem os pacotes de remuneração para os seus empregados expatriados.

«As organizações podem ter dificuldades em encontrar os quadros adequados a nível local quando operam nos mercados internacionais. Deste modo, a análise deste tipo de dados de ‘benchmark permite-lhes assegurar que as compensações que oferecem encorajam os seus empregados com competências transferíveis a aceitar um contrato internacional», defende Paulo Machado.

in Visão

segunda-feira, 19 de março de 2007

Imagens de Angola

Angola, Benguela

Trabalhar Fora do País

A sociedade moderna conhece uma enorme mobilidade das pessoas. Há um número crescente de profissionais, desde gestores de empresas, cientistas e engenheiros qualificados até trabalhadores braçais, que procuram e são procurados para se deslocar para novos países.

As empresas chinesas e asiáticas em geral estão a recrutar quadros médios e superiores na Europa. Países do médio Oriente recorrem ferquentemente a trabalhadores europeus. As indústrias europeias estão a deslocalizar-se e novos investimentos surgem em economias emergentes.

Este fenómeno tem provocado uma vaga de profissionais que individualmente ou com as suas famílias se vão estabelecer em novos países, novas culturas que exigem um esforço extra de adaptação e sobrevivência. Este esforço é muitas vezes causador de stress e alguns casos de insucesso.

O site "Expertise in Labour Mobility" proporciona um conjunto de conselhos, guias e apoios para preparar candidatos e organizações para a exposição a novos hábitos culturais e religiosos, diferentes quadros regulamentares e muito mais.

Visite www.labourmobility.com

quinta-feira, 8 de março de 2007

Imagens de Angola

Angola, Mulher angolana

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Imagens de Angola


Angola, Lobito - A Restinga

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Imagens de Angola

Angola, aeroporto de Benguela

domingo, 18 de fevereiro de 2007

Imagens de Angola

Angola estrada Luanda - Lobito

Um dos problemas que enfrentei quando em Abril de 2006 fui à Universidade Lusíada na cidade do Lobito participar como orador num seminário sobre plataformas de gestão da informação em unidades hospitalares e clínicas.

Principalmente fora de Luanda, tenham muito cuidado com o combustível que põem no carro!


quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Incentivo ao Investimento em Angola

De um modo geral, os empresários portugueses não estão conscientes dos intrumentos que têm ao seu dispôr para apoio ao investimento e para diluição do risco e do impacto financeiro que um processo de internacionalização ou deslocalização para Angola acarreta.

  • incentivos ao investimento ao abrigo de programas de investimento internacionais e europeus;
  • incentivos ao investimento por parte do governo angolano;
  • isenção fiscal em Angola;
  • isenção aduaneira em Angola;
  • orçamento de estado de 2007 em Portugal, prevê medidas para atenuar o efeito da dupla tributação.
Muitas empresas portuguesas lançam-se à aventura, isoladamente ou suportadas "num amigo" que alegadamente conhece o mercado. O resultado desta abordagem é frequentemente o insucesso.

Qualquer projecto de internacionalização deve ser sustentado em conhecimento especializado, em estudos de mercado e em projectos de investimento realizados por quem realmente conhece o mercado e os instrumentos ao dispôr do investidor.

Imagens de Angola


ANGOLA rio Namíbia

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Seminário "Como Investir em Angola"

No meio da assistência que ontem me seguiu com entusiasmo e interesse, na apresentação que fiz da sociedade, economia e mercado angolano, demonstrando e convencendo os assistentes do elevado interesse em investir naquele país, alguns empresários aproveitaram a sessão de debate para manifestar os seus receios em relação à possibilidade de investimento em Angola.

Coloco aqui para debate, as principais questões que foram colocadas pelos empresários e gestores presentes:
  • Quais os riscos (e as oportunidades) associados aos investimentos fora da capital, noutras províncias e no interior;
  • Segurança das pessoas e dos bens do negócio;
  • Estabilidade política e garantias de futuro, especialmente considerando as eleições em Angola;
  • Especulação e elevado custo de implantação;
  • Excessiva burocracia;
  • Economia informal.
Questões pertinentes, não restam dúvidas, e pouco originais.

Ao empreendedorismo está por definição, associado o factor risco. Quanto maior o risco, maior a rentabilidade esperada.

Um projecto de internacionalização é sempre um risco. Quando se trata de uma economia africana emergente é ainda maior. Mas esse é o desafio que se põe ao empresário empreendedor, que domina o seu negócio e dispõe de tecnologia, de know how, de vantagens competitivas.

Eu sempre preferi correr o risco de errar do que permanecer na inércia. E você?

"Zidele amathambo" (Arrisca!)

Angola - Mercado Estratégico

Este sábado participei como orador no seminário “Como Investir em Angola”, promovido pela ANPME e realizado no auditório do Clube Literário do Porto. É sintomático: quando em Portugal se fala de Angola, todos apuram os ouvidos, mexem-se nas cadeiras e absorvem tudo com ávido interesse. Enchem-se salas de conferência, enchem-se os aviões da TAP e da TAAG, enchem-se os hotéis em Luanda que apesar de caríssimos permanecem lotados ao longo do ano.

Contando com a moderação por parte do Prof Dr Augusto Morais, presidente da associação, e antes da intervenção da Engª Paula Hespanhol que nos anunciou as diferentes fontes de financiamento disponíveis para projectos de investimento em Angola, os apoios e linhas de crédito disponibilizados pelas instituições da UE e de Portugal e os incentivos ao investimento em vigor em Angola, intervi partilhando a minha visão e experiência defendendo o interesse estratégico do mercado angolano para a PME portuguesa que ofereça reais vantagens competitivas.

Durante duas horas os assistentes, concentrados, viajaram comigo pelos meandros das oportunidades e ameaças da emergente economia angolana, uma das que mais cresce no mundo nos últimos anos.

Como em qualquer processo de internacionalização, o empreendedor que se lança em novos mercados não o deve fazer sem antes o avaliar correctamente, ponderando as diferentes – muitas no caso de Angola – oportunidades, mas também os riscos. Para isso recomenda-se um estudo, uma análise, um diagnóstico e um plano de negócio que defina uma estratégia e, claro, um orçamento rigoroso.

Não deverá o empresário lançar-se sozinho. Deverá trabalhar inserido em redes de cooperação e servir-se de instituições sérias que disponibilizem apoio e serviços especializados, com experiência em Angola, que tenham perfeito conhecimento do quadro legal e das instituições e que possam facilitar o contacto com empresários angolanos e a realização de parcerias estratégicas.

Na sociedade do mais ou menos – a portuguesa -, Angola será para os mais enquanto os menos continuarão focados nas dificuldades e nos riscos, lamentando-se de tudo e de nada e reclamando mais ajuda do Governo.

Lamento por todos os que não puderam entrar na sala sobrelotada. Para esses e para todas as inscrições que não puderam ser aceites - por ultrapassarem os lugares disponíveis – irá a ANPME organizar brevemente um segundo seminário em data a anunciar.

Os meus parabéns e reconhecimento pelos mais de 30 assistentes que corajosamente assistiram a toda a conferência de pé, tal era genuíno e intenso o seu interesse nas oportunidades que Angola tem para oferecer.

O meu agradecimento às dezenas de empresários que me abordaram pessoalmente para apresentar e discutir os seus projectos de investimento na indústria, no comércio e na agricultura de Angola.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

Angola é o Segundo Maior Parceiro da China

Os negócios entre Angola e China atingiram, durante o ano de 2006, a quantia de 9.3 biliões de dólares, o que levou a que Angola ultrapassase a África do Sul e se tornasse no segundo maior parceiro económico da China.

De acordo com a agência Nova China, este ano os negócios entre os dois países poderão ultrapassar os 10 mil milhões de dólares. Neste momento, Luanda e Pequim exploram novas áreas de cooperação comercial, entre as quais a de geração da energia eléctrica e solar, projectos de plantação de arroz, fornecimento de ferramentas, máquinas agrícolas e diversos outros equipamentos.

fonte: agência de notícias Nova China, citada pelo Jornal de Angola